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novembro 20, 2011

Você é normal??

by aaron van dike on Flickr - fotopedia.com

Matéria de capa da Veja de hoje: Você é normal?

Uma equipe do Douglas Mental Health University Institute descobriu que a vida urbana causa um impacto no cérebro que varia conforme a fase da vida. Crescer numa metrópole afeta a região que regula os stress ( o córtex cingulado). Morar numa metrópole, sem ter crescido nela, afeta o centro emocional do cérebro ( a amígdala). Qual dos dois cérebros é normal? A vida urbana aumenta em 21% o risco de ansiedade e em 39%o de um transtorno de humor. Ter um desses problemas seria uma resposta anormal à vida na cidade grande?

Resumo do resumo: com a tecnologia, o homem está se vendo por dentro como nunca se viu na história e o conceito de normalidade está ficando embaralhado.
Como vivemos experiências psicológicas diferentes, nossos cérebros são desiguais, até mesmo fisicamente.
Para Thomas Szasc, autor de O Mito da Doença Mental, de 1961, a doença mental é uma forma de negar que temos necessidades, aspirações, opinões e valores diferentes uns dos outros.
Porque as estatísticas a respeito são questionáveis, pergunta-se se a psiquiatria atual está descobrindo doenças que sempre existiram ou está inventando doenças?

Para uns, a psiquiatria está medicalizando as emoções e os comportamentos humanos. A tristeza virou depressão. O bagunceiro da classe agora é portador de "transtorno do déficit de atenção com hiperatividade". A rebeldia, traço comum na adolescência, é "transtorno desafiador de oposição" (rsssss).

Para outros, a alta taxa de transtornos psíquicos é resultado do avanço da tecnologia, da melhora dos diagnósticos e da redução do estigma social, que deixa as pessoas mais à vontade para admitir um problema.

Conclui, afirmando que há motivos para esperar que a "anormalidade universal" seja um tempo de empatia, flexibilidade e tolerância.

Relaxei. Ufa!!

janeiro 16, 2011

Os entrincheirados

Gostei do que fala a escritora e física Danah Zohar em Sociedade Quântica a respeito dos relacionamentos sociais que não contribuem para a evolução pessoal. Posições que não se modificam por meio do encontro com o outro.

Ficamos assim entrincheirados, segundo ela.
Até reconheci minha trincheira ! Que perigo! Posso morrer na trincheira!

Na proposta de um modelo quântico não há espaço para a ameaça que o outro representa no modelo mecanicista, há sim uma oportunidade de crescer e evoluir com o outro, realizando nosso potencial através dele.

Essa seria a diferença da parceria ou aliança sugerida pela escritora para substituir as regras fixas e pouco criativas do contrato social.

Gostou, parceiro?
Posted by Picasa

março 26, 2010

O Significado das doenças


recebi da amiga Cristina esse reforço sobre o tema:

Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós.
Afirma ela que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
"Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança que são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento."
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.
DOENÇAS / CAUSAS:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARREIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. v
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (Acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREOÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.




março 21, 2010

Finalizando a relação "causas emocionais das doenças"

enxaqueca - desejo de controlar, incapacidade de expressar raiva, repressão sexual
frieiras - medo de não ser aceito, resistência ao progresso
furuncúlo - raiva
gastrite - dificuldade para lidar com aborrecimentos
gengivite - insatisfação com relação às próprias decisões
gripe - absorção de negatividade, conflito
joelho (problema no) - orgulho
labirinto - medo de não estar no controle, sensação de desorientação na vida
mononucleose - hábito de depreciar a vida e os outros
obsidade - necessidade de se proteger ou de se tornar maior para conseguir enfrentar grande desafio
prisão de ventre - recusa a abandonar velhas idéias, repressão da energia sexual
reumatismo - vitimismo, amargura
sinusite - irritação
varizes - permanecer num lugar ou situação que se odeia
verruga - expressão de ódio acumulado
vícios - fuga

março 20, 2010

Continuando a relação "causas emocionais das doenças"

cólica mestrual - rejeição da condição de mulher, medo, culpa
coluna (problemas na) - incapacidade de se apoiar, falta de confiança na vida
conjuntivite - raiva do que se vê
coração - incapacidade de demonstrar amor, falta de alegria
dentes - indecisão, incapacidade de demonstrar agressividade
depressão - raiva da vida
diabetes - amargura
diarréia - medo, fuga
dores agudas - desejo de se castigar

março 19, 2010

Ganhei esta relação das possíveis causas emocionais das doenças, do livro A Doença como Caminho, editora Cultrix. Merece uma investigação mais profunda, mas a relação já dá o que pensar. Aí vai:

acidentes - crença na violência ou na necessidade de receber castigo,
deixar que os outros nos
atinjam
anorexia - raiva de sim mesmo, não ser bom na vida, "não ser bom o suficiente"
alergias - agressividade reprimida
amigdalite - criatividade reprimida, incapacidade de expressar raiva
ansiedade - medo da vida, do futuro
apendicite- medo da vida, de enfrentar os problemas de frentearteriosclerose - resistência, recusa em ver a realidade
artrite - criticismo, perfeccionismo, inflexibilidade
asma - incapacidade de se doar, desejo de manipular
câncer - ressentimento, desilusão
coceira - ânsia por alguma coisa, irritação, desejo de sair da própria pele