março 28, 2012
maio 28, 2011
abril 24, 2011
UM DEVOGADO DUS BÃO...
Dizem que aconteceu em Minas Gerais, em Ubá, cidade onde nasceu o genial> compositor Ary Barroso.> >
Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeção. Nascera com uma cabeça> grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de> laranjas.> >
Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente.> > Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeção, mas desde os tempos do grupo> escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava> um tapa na cabeça e perguntava:> > 'Tudo bom Cabeção?> > O Cabeção, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele.> >
Um dia, depois do milésimo tapa na sua cabeça, o Cabeção meteu a faca no> zombeteiro e matou-o na hora.> > A família da vítima era rica; a do Cabeção, pobre.> >
Não houve jeito de encontrar um advogado pra defendê-lo, pois o crime tinha> muitas testemunhas.> > Depois de apelarem pra advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum,> resolveram procurar um tal de 'Zé Caneado', advogado que há muito tempo> deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre.> >
Pois não é que o 'Zé Caneado' aceitou o caso? Passou a semana anterior ao> julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca!> >
Na hora de defender o Cabeção, ele começou a sua defesa assim:> >
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.> >
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:> >
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.> >
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:> > - Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.> > Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:> >
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.> > E o promotor:> >
- A defesa está tentando ridicularizar esta corte!> > O juiz:> > - Advirto ao advogado de defesa que, se não apresentar imediatamente os seus> argumentos...> >
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:> >
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.> >
O juiz não agüentou:> >
- Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é> motivo de zombaria?> Ponha-se daqui pra fora, antes que eu mande prendê-lo.> >
Foi então que o Zé Caneado disse:> >
-Senhoras e Senhores jurados, esta Corte chegou ao ponto em que eu queria> chegar...> > Vejam que, se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o> promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a> paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão..., pensem então na> situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua> vida, foi chamado de Cabeção!> >
Cabeção foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.> >
outubro 19, 2010
PRA ILUSTRAR, SÓ FALTOU A MULA

E seu Zé responde:
O advogado interrompe novamente e diz:
Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. E, como o senhor está se sentindo?
- Aí eu pensei bem e falei: ... Tô ótimo!
(foto udono on flickr/www.fotopedia.com)
agosto 09, 2010
Brincadeira de mineiro

Ô, Zé! Vâmu brincá di antônimo?
> - O que c'ocê falô???
> - Brincá di antônimo, sô! Qué dizê, uma coisa contrária da ôtra!
> Purixempro: arto e baxo, forte e fraco...
> - Ah, intindi! Intão, vâmu brincá!
> - qué qui vai valê?
> - Uma cerveja... Eu cumeço, tá?
> Começaram a brincadeira:
> - Gordo?
> - Magro!
> - Hômi?
> - Muié!
> - Preto?
> - Branco!
> - Verde?
> - Verde? Nada disso! Verde é cor, num tem antônimo, não!
> - Craro que tem!
> - Intão ixprica, sô!
> - Maduro!
> - Ai, tácerrto! Pirdi a aposta! Vâmu di novo, valenu ôtra cerveja? Ma
> dessa veiz ieu cuméçu!
> - Pódi cumeçá!
> - Saúde?
> - Duença!
> - Moiádo?
> - Seco!
> - Agora ocê vai siferrá, sô fidiumaégua! Qué vê só?
> - Fumo?
> - Não, não! Peraí, peraí... fumo num tem antônimo!!!
> - Craro qui tem, uai!
> - Intão, diz aí, qualé o antônimo de fumo?
> - Vortemo
(foto Un ragazzo chiamato Bi on Flickr /www.fotopedia.com)
junho 24, 2010
Abatemos o porquinho
Almoço na casa de mineiro é assim. O porquinho foi para a mesa, lindo, digno, porém seu olhar, meio tristonho, já anunicava seu fim. Fim dele e nosso começo, por sorte. O cassoulet estava maravilhoso. Arrasamos e o Brasil ainda abateu a Costa do Marfim por 3x1. Perfeito. Mas D.Zilda não deu a receita não..maio 14, 2010
maio 12, 2010
O lorde caipira

maio 11, 2010
O Mineiro e o Crachá
O PODER DE UM CRACHÁ (recebi da amiga Zilda, mineirona de Divinópolis)
Um policial federal vai a uma fazenda e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha.
O fazendeiro diz:
-Ok, mas não vá naquele campo ali." E aponta para uma determinada área.
O oficial P...' da vida diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?"
e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
-Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero.... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? me fiz entender?"
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda. A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado.
O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- "Seu Crachá, mostra o seu CRACHÁ!”




