
Descobri recentemente o valor da disciplina emocional. Um exercício onde se treina o pensar ou não pensar, o falar ou não falar e o fazer ou não fazer. A dureza deste exercíco me remete ao treino dos militares, incansável, regular e voltado para o atingimento de uma meta determinada. E quando vejo as esculturas dos soldados chineses em terracota cuja exposição vi há anos no Ibirapuera, penso o quanto a disciplina oriental é mais disciplinada que a ocidental. 















