junho 19, 2010
junho 18, 2010
O verde e amarelo da carambola
junho 17, 2010
junho 16, 2010
Dança do amor
Quando dois querem se amar, seus espíritos se deslocam em direção ao outro. Sentem-se livres para o baile cósmico, onde tudo tem início.
junho 12, 2010
Compaixão

Gosto do pensamento de Rousseau sobre a compaixão: 'sentimento natural que, por moderar a violência do amor a si mesmo no indivíduo, contribui para a preservação de toda a espécie.'
Os dias vão passando e meu olho vai melhorando. Mas ainda não dá pra tirar os óculos. Pelo alívio que me trouxeram, deixo aqui um versinho que fiz em 2005, sobre ser amigo.
Destacando, em ordem alfabética, a característica mais acentuada de cada uma, nesse período em que ficaram sabendo do ocorrido.
Para Alda, a resignada, para Judy, a revoltada, para Lúcia, a analítica, para Marcela, a ocupadíssima, para Marly, a prevenida, para Penha, a preocupadíssima, para Teresa Cristina, a amorosa, para Tania, a cheia de paz, e para a Zilda, a superprática:
Ode à alegria
Sua presença inunda minh'alma
na alegria de ver
Contagia por dias qual reserva escondida
energia que fica produzindo alegria
Que dilata o pulmão, a pupila e o coração
Traz a alegria do bem-querer
do me querer, de todos querer
Disciplina

Descobri recentemente o valor da disciplina emocional. Um exercício onde se treina o pensar ou não pensar, o falar ou não falar e o fazer ou não fazer. A dureza deste exercíco me remete ao treino dos militares, incansável, regular e voltado para o atingimento de uma meta determinada. E quando vejo as esculturas dos soldados chineses em terracota cuja exposição vi há anos no Ibirapuera, penso o quanto a disciplina oriental é mais disciplinada que a ocidental. 

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