novembro 05, 2011
novembro 03, 2011
PARA ESPANTAR O MEDO
É QUE QUANDO VOCÊ O TEME,
NÃO TEME MAIS NADA.
NO ENTANTO, SE NÃO TEME A DEUS,
VOCÊ TEME TODAS AS OUTRAS COISAS.
(OSWALD CHAMBER , IN PLANO B, PETER WILSON)
outubro 30, 2011
A Flor da Honestidade
Inspirada no casamento que fui ontem e em homenagem às minhas primas que ainda vão se casar, deixo aqui esta história que li recentemente. (foto wikipedia)Conta-se que por vlota do ano 250 AC, na China antiga, um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador, mas de acordo com a lei, ele deveria se casar. Ele resolveu fazer um "disputa" entre as moças que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria uma desafio. A filha de uma senhora, serva do palácio há muitos anos, resolveu que participaria desse desafio, pois amava em segredo o jovem príncipe.
A mãe, porém, tentou desaminar a filha, dizendo que as moças mais belas e ricas iriam participar e que ela não teria chance. A filha insistiu porque queria ficar alguns momentos perto do príncipe, somente para vê-lo, já que tinha consciência de ser pobre e não seria escolhida.
No dia marcado, todas compareceram e o príncipe anunciou o desafio: "Darei a cada u
ma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
O tempo passou e a jovem, como não tinha muita habilidade na arte da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se 3 meses e nada.
A jovem tentara tudo e nada.
Passados os 6 meses, nada havia brotado.
Consciente de seu esforço e dedicação, no dia marcado, voltou ao palácio.
Cada pretendente estava com uma flor mais bela que a outra, das mais variadas formas e cores.
Por fim, chega o momento esperado: o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a simples jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que hada havia cultivado. Então, esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz - A flor da honestidade. Pois todas as sementes dadas eram estéreis.
outubro 09, 2011
Casamento, por Bernardo Willian Jones
Já percorri muitos amoresJá me apaixonei demais por aí
Sei o que é amar
Ou lembrar no final da tarde,
Ou no meio da manhã,
Que tenho você
É sublime
Mas sublime é resumir
Então, eu digo:
É um tilintar de pequena tremedeira
É um olhar melhor diante da humanidade
É cumprimentar o estranho com sorriso
É fazer com bom humor
É intuir boas coisas
Diminuir o medo dos grandes obstáculos
Mas ao constatar que te encontrei em casa ao anoitecer
É felicidade
(foto China guccio on Flickr)
setembro 23, 2011
Poliana de olho azul só pra implicar com o Urubulino
Logo pensei no Urubulino! Aquele, que vê tudo ruim!
Sabem quem é?
| Urubulino[11] | Sujeito pessimista e agourento, que sempre acredita que tudo dará errado.[12][13] Usa cartola e casaca pretas, assemelhando-se a um urubu. http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_ personagens_ criados_por_Chico_Anysio | "Mas pode piorar…" |
Pollyanna (ISBN 8504006085 ) é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infanto-juvenil.
[editar] Resumo do livroO título refere-se à protagonista, Pollyanna Whittier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont com sua única tia viva, tia Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama "o Jogo do Contente", uma atitude otimista que aprendeu com o pai. Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Isso se originou com um incidente num Natal, quando Pollyanna, que estava achando que ia ganhar uma linda boneca, acabou recebendo um par de muletas. Imediatamente o pai de Pollyanna aplicou o jogo, dizendo a ela para ver somente o lado bom dos acontecimentos — nesse caso, ficar contente porque "nós não precisamos delas!".
Com essa filosofia, aliada a uma personalidade radiante e uma alma sincera e simpática, compassiva, Pollyanna leva muita alegria e contentamento à sombria e triste propriedade da tia, que transforma em um lugar maravilhoso para se viver. O "jogo do contente" protege-a também das atitudes severas e desaprovadoras de sua tia: quando tia Polly a colocou num sótão abafado, sem tapetes ou quadros, ela exultou com a bela vista que se descortinava daquela altura; quando tentou punir sua sobrinha por estar atrasada para o jantar, dizendo que só iria comer pão e leite, na cozinha, com a cozinheira, Nancy, Pollyanna agradeceu-lhe efusivamente, porque ela gostava de pão e leite, e também gostava de Nancy.
Em breve, Pollyanna ensina a alguns dos mais problemáticos habitantes de Beldingsville a 'jogar o jogo do contente', desde uma inválida queixosa chamada Mrs Snow até um solteirão, Mr Pendleton, que vivia sozinho em uma mansão. Até tia Polly – achando-se sem saída diante da animada recusa de Pollyanna de ficar triste e cabisbaixa – aos poucos começa a se tornar mais simpática e amigável, muito embora resista ao jogo do contente mais tempo do que qualquer outra pessoa.
setembro 16, 2011
agosto 13, 2011
SALTO CÓSMICO

Tenho notado entre pessoas próximas de mim um fato comum: deixam de falar por anos até com algum familiar por causa de conflitos ou discordâncias, assim vejo irmão que não fala com irmão, filho que não fala com pai, filha que não fala com a mãe.
Parecem geleiras. Daí a ilustração (photo by Rita Willaert on Flickr).
Isso me remete ao perdão - ato de perdoar para derreter o gelo.
Como diz o pensador, as palavras escondem segredos sobre seu significado. Registro aqui o que aprendi sobre esta palavra "perdoar".
Encontrei a seguinte descrição: Perdoar é a junção de “per” com “doar”. E doar é mais do que dar. Doar é entrega total ao outro. Já o prefixo “per” que tem várias acepções indica “movimento no sentido de” ou “em direção à”, “através” ou, ainda, “para”.
O prefixo per acumula os sentidos de "por" ("através de") e de plenitude, grau máximo: como em perlavar (lavar completamente) perfulgente (brilhantíssimo), per-feito, per-manganato etc. E, assim, o perdão aparece como o superlativo da doação. O mesmo se dá com as formas inglesa e alemã: for-give, vor-geben.
Em termos bíblicos o estudo -http://www.estudosdabiblia.net/d42.htm - aponta para o seguinte:
A Bíblia ensina que o direito de vingança pertence ao Senhor (Romanos 12:17-21). O perdão, contudo, não é simplesmente uma recusa a tirar vingança. Algumas vezes a pessoa ofendida abstém-se de responder ao mal com o mal, mas não está querendo libertar o pecador de sua condição de transgressor mesmo quando o pecador se arrepende. A pessoa contra quem se pecou pode querer usar o pecado como um cacete para castigar o pecador, mencionando-o de vez em quando para vergonha do pecador. Se perdoo meu irmão, tenho que "esquecer" seu pecado no sentido que não mais o atribuo a ele.
O perdão não é a remoção das consequências temporais de nosso pecado. O homem que assassina outro pode arrepender-se e procurar o perdão, mas ainda assim sofrerá o castigo temporal da lei humana. Mesmo se perdoado, pode ter que passar o resto de sua vida na prisão. O perdão remove as consequências eternas do pecado!
O pecado danifica as relações entre as pessoas como prejudica nossa relação com nosso Criador. A pessoa contra quem se pecou frequentemente se sente ferida, talvez irada pela injustiça do pecado cometido. O perdão é necessário para a cura espiritual da relação, mas precisamos preparar nossos corações para perdoar. Precisamos aceitar a injustiça do ferimento, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar (observe os exemplos de Jesus e Estevão; Lucas 23:34; Atos 7:60). Mesmo se o pecador se recusar a se arrepender, não podemos continuar a nutrir a raiva, ou ela se tornará em ódio e amargura (veja Efésios 4:26-27,31-32). Ainda que o pecador possa manter sua posição como transgressor por causa de sua recusa a se arrepender, seu pecado não deverá dominar meu estado emocional.
Por fim, do Instituto Integral da Consciência vem este entendimento:
Nós que nos ofendemos quando alguém tenta magoar-nos. Se nos mantivermos distantes da atitude do outro, não existirá a ofensa para nós, somente na intenção do outro. Assim sendo, parece que seria mais apropriado à antiga reza do Pai nosso ...perdoai as nossas dívidas..., e com uma pequena e substancial modificação: ...perdoai as nossas dividas, assim como as de todos os devedores para convosco...; estaria mais adequado. No sentido profano habitual, Cristo nunca perdoou, pois Ele nunca Se ofendeu. Ele perdoava a falta de cumprimento dos deveres para com Deus, as dívidas.
Resumidamente, perdoar nada mais é que dar o que o outro precisa para redimir-se. Isto não dói e não nos leva a nenhum padecimento, pelo contrário, tem o poder de restaurar o padrão de auto organização. Alguém disse que para ser feliz é necessário promover cinco perdões; perdoar-se, perdoar seu pai, perdoar sua mãe, perdoar o outro e perdoar o mundo.
Outro erro freqüente é considerar perdoar como sinônimo de desculpar, que, no entanto são duas atitudes bastante distintas. Desculpar significa tirar a culpa, e só é possível tirar a culpa de quem não a tem, e foi injustamente acusado. Quando se tem culpa, nem Deus desculpa, Ele perdoa. Na justiça comum, inocentar é desculpar, a culpa não era do réu, e perdoar, é declarar o culpado solto e independente, jamais, livre, pois a liberdade é uma atitude imanente, não é uma concessão.

