Eu que já gosto de frase de pára-choque, ando me divertindo com as dos carros. Fico pensando se é coisa do Rio de Janeiro ou é geral.maio 25, 2010
É bom mesmo
Eu que já gosto de frase de pára-choque, ando me divertindo com as dos carros. Fico pensando se é coisa do Rio de Janeiro ou é geral.maio 22, 2010
Caverna feminina
Essa é a decoração do teto e das paredes do banheiro feminino de uma churrascaria no Leme, Rio de Janeiro. A ambientação remete ao mundo dos piratas. Mil coisas por todo o espaço. Vi o banheiro masculino, só não deu pra fotografar, tinha gente esperando pra entrar: correntes, pedras, ferro, e pedras de carvão nas pias.Bom exemplo do que vai fundo nos dois mundos.

maio 21, 2010
Quando Deus quer
maio 19, 2010
Poetisa aos 10 anos fala do medo
O medo do medo que tenho
Um medo pequeno,
Vai crescendo, vai crescendo
E parece não ter final.
Um buraco negro, fundo e temido
Que vai sugando, vai sugando
Até o fim.
Um monstro feio,
Coisa nojenta,
Que parece não acabar.
Um pesadelo que o despertador,
Não é capaz de parar.
Um monstro imortal,
Um ser humano anormal.
Um esqueleto que não se quebra,
Um mundo impossível de fugir.
Um fogo que não se acaba,
Um coração que não se encaixa.
A coragem,
Parece não escutar
Mas se tiver medo assim,
Tente enfrentar,
Para ele acabar.
(Eduarda, 2009, poema mandado pela amiga Penha. Obrigada. É lindo!)
Um medo pequeno,
Vai crescendo, vai crescendo
E parece não ter final.
Um buraco negro, fundo e temido
Que vai sugando, vai sugando
Até o fim.
Um monstro feio,
Coisa nojenta,
Que parece não acabar.
Um pesadelo que o despertador,
Não é capaz de parar.
Um monstro imortal,
Um ser humano anormal.
Um esqueleto que não se quebra,
Um mundo impossível de fugir.
Um fogo que não se acaba,
Um coração que não se encaixa.
A coragem,
Parece não escutar
Mas se tiver medo assim,
Tente enfrentar,
Para ele acabar.
(Eduarda, 2009, poema mandado pela amiga Penha. Obrigada. É lindo!)
maio 17, 2010
Da Série o Corpo: A Língua
Falar ou não falar??Volto ao livro Corpo Território do Sagrado (Edições Loyola)
Para o autor, Evaristo Eduardo de Miranda, a boca apresenta quatros elementos: terra (os dentes), líquido (saliva), ar (respiração) e fogo (língua). Ainda lembra que simbolicamente a língua parece uma chama, pois tem forma e mobilidade. Por isso, a língua destrói e purifica, enaltece e arrasa. Quem domina a língua, tem domínio de si próprio. Como o cavalo que é dominado pela mordaça.
Difícil. Difícil.Difícil. Disciplina. Disciplina. Disciplina.
Parece que a língua cala quando o coração dispara. É o famoso "boquiaberto". Se o peito arde, falar é bom... limpa a alma qual fogo que purifica.
Gritar mesmo só se for gooool (do Botafogo, falei!), senão sai todo mundo consumido e ressequido. E aí? quem pode saber se litros d'água nos restabelecerá?
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