janeiro 16, 2011

Os entrincheirados

Gostei do que fala a escritora e física Danah Zohar em Sociedade Quântica a respeito dos relacionamentos sociais que não contribuem para a evolução pessoal. Posições que não se modificam por meio do encontro com o outro.

Ficamos assim entrincheirados, segundo ela.
Até reconheci minha trincheira ! Que perigo! Posso morrer na trincheira!

Na proposta de um modelo quântico não há espaço para a ameaça que o outro representa no modelo mecanicista, há sim uma oportunidade de crescer e evoluir com o outro, realizando nosso potencial através dele.

Essa seria a diferença da parceria ou aliança sugerida pela escritora para substituir as regras fixas e pouco criativas do contrato social.

Gostou, parceiro?
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janeiro 09, 2011

O indio flautista







Conheci hoje o flautista de muitas flautas feitas de bambú. Boliviano, toca pelas praças do Rio de Janeiro.
O som dele é lindo. Adorei a flauta em forma saxofone. Guarda o nome: Omar de Blanco
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novembro 15, 2010

Equilíbrio perfeito



Slackline. Este é o nome do esporte que anda pelos parques. Um elástico esticado de um lado a outro, nas árvores principalmente. Prazer em conhecer! Clica na foto pra ampliar. Dá pra ver melhor.
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novembro 14, 2010

Relógio

(photo by zug55 on Flickr)

Fui visitar um doente no centro intensivo. Fiquei impressionada ao ouvir o quanto ele estava sentindo falta do relógio dele, de pulso. Essa coisa do controle do tempo é incrível, faz com que as pessoas esqueçam de desfrutar o tempo. Uma inversão muito louca, pois não controlamos nada, bom mesmo é aproveitar o que o tempo nos traz. Diante dessa foto bonita, deste relógio de flores, num parque na Suíça, quem consegue pensar na hora, na pressa, nos compromissos? Melhor, nosso único compromisso seria nos deixar levar pelo tempo, fazendo as coisas de acordo com a luz do dia ou da noite. Uma espécie de anarquia horária!
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novembro 07, 2010

A barata e a instituição do casamento

Aproveito este domingo e a folga que tive da turbulência que ando passando há dias pra falar sobre a importância da barata para a instituição do casamento.
Calma! Não é uma tese de ciências naturais - baratologia.

Tudo começou com a minha amiga Regina, noites dessas. Estávamos nós conversando ao telefone quando ela, nervosa, me diz: tô com um problema, entrou uma barata no meu quarto.
Pensei eu: isso é um problemão
Disse: amiga, calma, tenha coragem e mate a barata!
Desejei boa sorte e disse-lhe que me contasse no dia seguinte o que aconteceu e deixei-a com a barata.

No dia seguinte ela me liga. Diz: amiga, foi duro, não tive coragem e às 11 h da noite pedi emprestado o marido da vizinha que, solicitamente, veio com seu instrumental e matou a barata. E a vizinha deve ter ficado contente de saber como o marido dela é importante.

Fiquei inspirada e pensei em quantas vezes já ouvi essa história. Mulheres sozinhas que na hora em que aparece uma barata dizem o seguinte: é nesse hora que mais sinto falta de um marido!

Já acho que o fato pode ser uma estatística.
Mulher que tem caixa de ferramentas e instrumental pra matar barata não tem marido. Tem porteiro ou vizinho, este marido da vizinha. Mau isso!

Ainda tem mais, se o vizinho for solteiro, ele pode até pensar que a vizinha armou tudo, só pra ficar sozinha com ele e a barata. Ah, tristeza!

Precisamos ficar frente à frente com esta espécie para constatar a falta de um marido?
E as mais descrentes não me digam que o homem vale uma barata. Isso não!

Se você acha que seu marido é uma barata, lembre-se que você o escolheu.

Do lixo vem o luxo. Ele acaba com a barata, ela fica feliz, ele é um herói, ela fica segura, e daí tudo de bom pode acontecer.
Assim, se o casamento da amiga tiver balançando, coloquemos uma barata debaixo da porta dela, mas só quando ele estiver em casa.
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